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SEGUE NO TIGRE

Murilo Gomes, diretor executivo, renova contrato com o Mixto

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Foto: Assessoria Mixto EC

Murilo vai comandar o masculino e feminino, que buscam acessos nos campeonatos brasileiros

O Mixto deu o primeiro passo na direção de preparar a próxima temporada ao renovar o contrato com Murilo Gomes, que segue como diretor executivo do clube. Para 2024, Murilo vai comandar tanto o futebol masculino como o feminino. Ambos disputam o Campeonato Brasileiro.

Com a presença do Murilo o Mixto realizou campanhas vitoriosas nas duas últimas temporadas. Título da Segunda Divisão, título da Copa FMF, campeão mato-grossense feminino duas vezes, título brasileiro, conquistas nos campeonatos estaduais de base, além dos acessos no Brasileiro.

“Vamos dar continuidade no trabalho, que tem sido muito vitorioso, e implementar novas ações que vão facilitar o dia-a-dia do clube. O Mixto vai seguir montando times competitivos e vamos brigar por títulos em todas as competições que disputarmos em 2024”, assegurou o executivo.

Comandada pelo diretor investidor Dorileo Leal, a negociação foi demorada e feita com muita cautela, uma vez que o bom desempenho do Murilo no Mixto despertou interesse de clubes de São Paulo e do Nordeste. Mas a seriedade do projeto fizeram o profissional assinar a renovação para seguir com o trabalho, que começou em 2022.

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No primeiro momento, o planejamento do Mixto é iniciar as tratativas por contratações desde já e montar um time forte no masculino visando o Campeonato Mato-grossense, que começa no dia 20 de janeiro. Na temporada, o Mixto disputa a Série D do Brasileiro e estadual no masculino, e Série A2 do Brasileiro e estadual no feminino.

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COLUNA GOL A GOL

Atacante de 17 anos revelado pelo Cuiabá assina com grande time do Rio

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O Cuiabá oficializou nesta terça-feira a venda de 60% dos direitos econômicos do atacante Aiyran Vieira de Lima ao Flamengo. O clube mato-grossense permanece com os outros 40% dos direitos do jogador, de 17 anos, que foi revelado nas categorias de base do Dourado e teve passagem pela equipe profissional.

A negociação havia sido encaminhada anteriormente por cerca de R$ 6 milhões por 60% dos direitos econômicos. A multa rescisória de Aiyran era de R$ 10 milhões, valor que o Flamengo estava disposto a pagar, mas o Cuiabá negociou a permanência de uma porcentagem do atacante.

Aiyran chegou ao Cuiabá em março de 2025, depois de passar pelas categorias de base de Fluminense e Botafogo. No clube mato-grossense, foi integrado ao processo de formação e se profissionalizou aos 16 anos.

O atacante estreou pela equipe principal nesta temporada e marcou seu primeiro gol na Série B do Campeonato Brasileiro na vitória por 1 a 0 sobre o América-MG. Aos 17 anos, cinco meses e 29 dias, tornou-se o jogador mais jovem a balançar as redes pelo Cuiabá no time profissional.

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Pouco tempo depois, Aiyran recebeu outra marca importante na carreira. Em julho de 2026, foi convocado para a Seleção Brasileira Sub-17 e tornou-se o segundo jogador da história do Cuiabá a vestir a camisa da seleção brasileira.

Na convocação, o atacante esteve entre os 25 jogadores chamados pelo técnico Carlos Eduardo Patetuci para uma etapa de preparação para a Copa do Mundo da categoria, com amistosos contra a Venezuela na Granja Comary.

Natural de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, Aiyran começou no futsal aos sete anos e posteriormente migrou para o futebol de campo. Passou pelas categorias de base do Fluminense e chegou ao Botafogo aos 12 anos.

No clube carioca, foi artilheiro e conquistou a Taça Guanabara Sub-13. Permaneceu no Botafogo até o fim de 2024, quando deixou a equipe. Antes de chegar ao Cuiabá, o atacante realizou um período de avaliações no Flamengo.

Na nota oficial, o Cuiabá destacou que Aiyran foi formado dentro do projeto de categorias de base do clube, criado para desenvolver jogadores até a equipe principal e valorizar os atletas ao longo da trajetória profissional.

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O clube também ressaltou que não tem como política negociar jogadores com poucos jogos pela equipe profissional. Segundo o Dourado, porém, circunstâncias específicas levaram à conclusão de que a transferência, nas condições alcançadas, seria a decisão que melhor preservaria os interesses do clube e do próprio atleta.

Foto: Gilvan de Souza / CRF

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