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Lateral-direito recupera passaportes e direitos civis após decisão que anulou a pena por estupro; Ministério Público e defesa da vítima prometem recorrer

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Daniel Alves está novamente livre para deixar a Espanha e até retornar ao Brasil. O ex-jogador da seleção brasileira teve seus passaportes – brasileiro e espanhol – devolvidos nesta sexta-feira (4), após decisão do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha que anulou a condenação por estupro que ele havia recebido em fevereiro de 2024.

Os documentos estavam retidos desde janeiro de 2023, quando ele foi preso acusado de agredir sexualmente uma mulher em uma boate de Barcelona, em dezembro de 2022.

A anulação da sentença, determinada por unanimidade na última sexta-feira (28), apontou que havia “lacunas, imprecisões, incoerências e contradições” na decisão anterior, além de falta de elementos suficientes para superar a presunção de inocência. Com isso, o tribunal também rejeitou os pedidos do Ministério Público, que desejava aumentar a pena do ex-atleta, e determinou a sua absolvição.

Na audiência desta sexta-feira, Daniel Alves teve todos os seus direitos restabelecidos. A Justiça espanhola suspendeu as obrigações de manter distância da vítima, comparecer semanalmente ao tribunal e permitiu que ele recupere a fiança de 1 milhão de euros paga em março para responder ao processo em liberdade.

Mesmo com a decisão favorável ao jogador, a advogada da vítima e o Ministério Público espanhol afirmaram que vão recorrer. Já a defesa de Alves, liderada pela advogada Inés Guardiola, disse que ainda estuda os próximos passos.

Com cidadania espanhola adquirida durante sua primeira passagem pelo Barcelona, entre 2008 e 2016, Daniel Alves vivia nas Ilhas Canárias desde que saiu de Barcelona em 2024, buscando mais privacidade. A última vez que esteve no Brasil foi em 2022, durante a preparação da seleção para a Copa do Catar.

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A anulação da condenação gerou reações imediatas. Em São Paulo, representantes de movimentos feministas realizaram um protesto em frente ao Consulado da Espanha, criticando a decisão judicial e prestando apoio à vítima.

Lateral-direito recupera passaportes e direitos civis após decisão que anulou a pena por estupro; Ministério Público e defesa da vítima prometem recorrer

Daniel Alves está novamente livre para deixar a Espanha e até retornar ao Brasil. O ex-jogador da seleção brasileira teve seus passaportes – brasileiro e espanhol – devolvidos nesta sexta-feira (4), após decisão do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha que anulou a condenação por estupro que ele havia recebido em fevereiro de 2024.

Os documentos estavam retidos desde janeiro de 2023, quando ele foi preso acusado de agredir sexualmente uma mulher em uma boate de Barcelona, em dezembro de 2022.

A anulação da sentença, determinada por unanimidade na última sexta-feira (28), apontou que havia “lacunas, imprecisões, incoerências e contradições” na decisão anterior, além de falta de elementos suficientes para superar a presunção de inocência. Com isso, o tribunal também rejeitou os pedidos do Ministério Público, que desejava aumentar a pena do ex-atleta, e determinou a sua absolvição.

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Na audiência desta sexta-feira, Daniel Alves teve todos os seus direitos restabelecidos. A Justiça espanhola suspendeu as obrigações de manter distância da vítima, comparecer semanalmente ao tribunal e permitiu que ele recupere a fiança de 1 milhão de euros paga em março para responder ao processo em liberdade.

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Mesmo com a decisão favorável ao jogador, a advogada da vítima e o Ministério Público espanhol afirmaram que vão recorrer. Já a defesa de Alves, liderada pela advogada Inés Guardiola, disse que ainda estuda os próximos passos.

Com cidadania espanhola adquirida durante sua primeira passagem pelo Barcelona, entre 2008 e 2016, Daniel Alves vivia nas Ilhas Canárias desde que saiu de Barcelona em 2024, buscando mais privacidade. A última vez que esteve no Brasil foi em 2022, durante a preparação da seleção para a Copa do Catar.

A anulação da condenação gerou reações imediatas. Em São Paulo, representantes de movimentos feministas realizaram um protesto em frente ao Consulado da Espanha, criticando a decisão judicial e prestando apoio à vítima.

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Relembre o caso

O julgamento aconteceu em fevereiro de 2024 e durou três dias. Foram ouvidos peritos, testemunhas, a vítima e o próprio Daniel Alves, que negou o estupro, mas admitiu ter consumido álcool em excesso na noite do ocorrido.

Inicialmente condenado a quatro anos e seis meses de prisão, o jogador chegou a cumprir mais de um ano em regime fechado, tempo que seria abatido da pena. Em março, conquistou liberdade provisória mediante fiança, enquanto aguardava o julgamento do recurso – agora, anulado pela Justiça espanhola.

Com a revogação da sentença, Daniel Alves volta a ter liberdade plena.

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Conmebol se manifesta sobre cancelamento de Independiente Medellín x Flamengo

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A Conmebol publicou uma nota oficial se manifestando a respeito do cancelamento da partida entre Independiente Medellín x Flamengo, ocorrido na noite da última quinta-feira (7), na Colômbia, pela primeira fase da Libertadores.

De acordo com a entidade que rege o futebol sul-americano, “o caso será encaminhado aos Órgãos Judiciais da Confederação Sul-Americana de Futebol para as devidas determinações”.

O caso agora está nas mãos do Comitê Disciplinar da entidade. Logo após o cancelamento do confronto, a ESPN trouxe informações a respeito dos próximos passos que acontecerão a partir de agora.

Conforme apurou a ESPN, as cenas no Estádio Atanasio Girardot serão analisadas pela Unidade Disciplinar da Conmebol, e a tendência absoluta de momento aponta para uma decisão de vitória do Flamengo por 3 a 0, garantindo mais três pontos na Libertadores.

Não há qualquer chance de adiamento, e consequente realização, de uma nova disputa em campo entre os times para terminar o jogo interrompido na noite desta quinta-feira.

Também segundo apuração da ESPN junto a autoridades da Conmebol e oficiais do jogo na Colômbia, o Independiente Medellín será duramente punido pelo incidente – multas e obrigações de portões fechados nos próximos jogos em casa estão na lista.

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As sanções ao time colombiano devem ser anunciadas nos próximos dias. Já a vitória flamenguista deve ser decretada mais à frente – antes do fim da fase de grupos.

A demora que pode levar até algumas semanas para oficialização do 3 a 0 a favor do Flamengo ocorre por conta de protocolos de apurações mais específicos da Unidade Disciplinar em parceria com a diretoria de competições da entidade.

Serão examinados os relatórios produzidos pelo delegado da partida, pelos oficiais de segurança, pelos oficiais de mídia e pelas as autoridades públicas locais de Medellín. O time colombiano poderá recorrer das punições no Comitê de Apelações da Conmebol.

Os procurados pela reportagem da ESPN, no entanto, foram unânimes em afirmar que a Conmebol não irá recuar das punições pesadas a serem confirmadas em breve. Como mostrou a reportagem, o ambiente hostil envolvendo o time de Medellín já era de conhecimento público.

Além disso, uma reunião de segurança para o jogo foi feita na segunda-feira (4), e foi recomendado que a partida fosse disputada com portões fechados. O Medellín rebateu de imediato e não aceitou a proposta de atuar sem torcida.

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Fonte: ESPN.COM.BR

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