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Astro do basquete LeBron James e golfista Tiger Woods são os únicos atletas no ranking

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A Forbes divulgou, na última terça-feira, a lista anual dos maiores bilionários do mundo. Destes, apenas dois atletas em atividade aparecem entre as pessoas mais ricas: LeBron James e Tiger Woods. Aposentados, Michael Jordan e Arnold Schwarzenegger também estão no ranking. Além dos atletas e ex-atletas, figuram entre as maiores fortunas donos de clubes de futebol, franquias de basquete e de futebol americano. Nos dez primeiros, dois proprietários de times aparecem.

LeBron James, jogador do Lakers, e a lenda do golf Tiger Woods são os primeiros esportistas da história a receberem a certificação de bilionários da Forbes ainda em atividade. Ambos tem o esporte como fonte de renda e, também, são empresários fora das competições. LeBron tem uma produtora de conteúdo e parte do controle da “Fenway Sports Group”, grupo que gerencia o Liverpool e tem participação no Milan.

Fora das quadras desde 2003, a lenda do basquete Michael Jordan é o que tem a maior fortuna entre os esportistas, com US$ 3,5 bilhões (R$ 20 bilhões). Além do dinheiro ganho nas quadras, ele também vendeu o seu controle majoritário do Charlotte Hornets, em 2023, franquia da NBA avaliada em mais de R$ 17 bilhões. Maior figura da história do fisiculturismo, Arnold Schwarzenegger fecha a participação dos esportistas na lista com US$ 1,1 bilhão (R$ 6,3 bilhões). Também ex-ator, Arnold fez a maioria da sua fortuna com o cinema e o investimento em fundos imobiliários.

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Confira os atletas e ex-atletas da lista de bilionários da Forbes 2025:

 

  • Michael Jordan (Basquete) – US$ 3,5 bilhões (R$ 20 bilhões)
  • Tiger Woods (Golf) – US$ 1,4 bilhão (R$ 8 bilhões)
  • LeBron James (Basquete) – US$ 1,3 bilhão (R$ 7,4 bilhões)
  • Arnold Schwarzenegger (Fisiculturismo) – US$ 1,1 bilhão (R$ 6,3 bilhões)

 

Fora das competições e com a caneta na mão, o mais novo proprietário do Paris FC e presidente da Louis Vuitton, Bernard Arnault é o dono de clube mais rico do mundo. O francês ocupa a 5ª posição da lista da Forbes com US$178 bilhões (R$ 1,01 trilhão). Ele adquiriu o controle majoritário do time da segunda divisão francesa por meio da Agache Sports no final de 2024 e, segundo o jornal L’Equipe, pretende investir mais de R$ 600 milhões no time.

O décimo homem mais rico do mundo também é dono de um clube. O proprietário dos Los Angeles Clippers, Steve Ballmer tem uma fortuna de US$ 118 bilhões (R$ 669 bilhões) e foi um dos primeiros funcionários da Microsoft, empresa na qual fez grande parte do seu dinheiro. Quando deixou o cargo de CEO e saiu da marca depois de décadas, comprou o time de basquete. A aquisição do Clippers lhe custou US$ 2 bilhões (R$ 4,4 bilhões em 2014, época da compra). Segundo a Forbes, o time vale atualmente US$ 4.65 bilhões (R$ 26,4 bilhões), mais que o dobro pago na aquisição.

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Confira os dez empresários mais ricos do esporte e as suas fortunas:

  1. Bernard Arnault (Paris FC/Futebol) – US$178 bilhões (R$ 1,01 trilhão)
  2. Steve Ballmer (Los Angeles Clippers/Basquete) – US$ 118 bilhões (R$ 669 bilhões)
  3. Rob Walton (Denver Broncos/Futebol Americano) – US$ 110 bilhões (R$ 628 bilhões)
  4. Mukesh Ambani (Mumbai Indians/Críquete) – US$ 92,5 bilhões (R$ 528 bilhões)
  5. Gautam Adani (Gujarat Giants/Críquete) – US$ 56,3 bilhões (R$ 321 bilhões)
  6. Mark Mateschitz (Clubes Red Bull e Red Bull Racing/Futebol e Fórmula 1) – US$ 40,6 bilhões (R$ 232 bilhões)
  7. Miriam Adelson (Dallas Mavericks/Basquete) – US$ 32,1 bilhões (R$ 183 bilhões)
  8. Daniel Gilbert (Cleveland Cavaliers/Basquete) – US$ 27,8 bilhões (R$ 159 bilhões)
  9. Robert Budi Hartono (Como/Futebol) – US$ 22,4 bilhões (R$ 128 bilhões)
  10. François Pinault (Stade Rennais/Futebol) – US$ 21,7 bilhões (R$ 124 bilhões)

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Conmebol se manifesta sobre cancelamento de Independiente Medellín x Flamengo

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A Conmebol publicou uma nota oficial se manifestando a respeito do cancelamento da partida entre Independiente Medellín x Flamengo, ocorrido na noite da última quinta-feira (7), na Colômbia, pela primeira fase da Libertadores.

De acordo com a entidade que rege o futebol sul-americano, “o caso será encaminhado aos Órgãos Judiciais da Confederação Sul-Americana de Futebol para as devidas determinações”.

O caso agora está nas mãos do Comitê Disciplinar da entidade. Logo após o cancelamento do confronto, a ESPN trouxe informações a respeito dos próximos passos que acontecerão a partir de agora.

Conforme apurou a ESPN, as cenas no Estádio Atanasio Girardot serão analisadas pela Unidade Disciplinar da Conmebol, e a tendência absoluta de momento aponta para uma decisão de vitória do Flamengo por 3 a 0, garantindo mais três pontos na Libertadores.

Não há qualquer chance de adiamento, e consequente realização, de uma nova disputa em campo entre os times para terminar o jogo interrompido na noite desta quinta-feira.

Também segundo apuração da ESPN junto a autoridades da Conmebol e oficiais do jogo na Colômbia, o Independiente Medellín será duramente punido pelo incidente – multas e obrigações de portões fechados nos próximos jogos em casa estão na lista.

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As sanções ao time colombiano devem ser anunciadas nos próximos dias. Já a vitória flamenguista deve ser decretada mais à frente – antes do fim da fase de grupos.

A demora que pode levar até algumas semanas para oficialização do 3 a 0 a favor do Flamengo ocorre por conta de protocolos de apurações mais específicos da Unidade Disciplinar em parceria com a diretoria de competições da entidade.

Serão examinados os relatórios produzidos pelo delegado da partida, pelos oficiais de segurança, pelos oficiais de mídia e pelas as autoridades públicas locais de Medellín. O time colombiano poderá recorrer das punições no Comitê de Apelações da Conmebol.

Os procurados pela reportagem da ESPN, no entanto, foram unânimes em afirmar que a Conmebol não irá recuar das punições pesadas a serem confirmadas em breve. Como mostrou a reportagem, o ambiente hostil envolvendo o time de Medellín já era de conhecimento público.

Além disso, uma reunião de segurança para o jogo foi feita na segunda-feira (4), e foi recomendado que a partida fosse disputada com portões fechados. O Medellín rebateu de imediato e não aceitou a proposta de atuar sem torcida.

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Fonte: ESPN.COM.BR

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