O ex-meio-campista Raí, ídolo do Paris Saint-Germain e do São Paulo, comentou em entrevista à FIFA sobre o aguardado confronto entre Botafogo e PSG na segunda rodada do Grupo B do Mundial de Clubes, marcada para o dia 16 de junho. O embate colocará frente a frente o campeão da Libertadores de 2024 e um dos times mais poderosos da Europa na atualidade.
“O Botafogo é muito querido no Rio. Mesmo quem torce para outros clubes costuma acompanhar. Vai ser um jogão”, afirmou Raí, que atuou no PSG entre 1993 e 1998 e vestiu a lendária camisa 10.
O ex-jogador ainda reforçou a importância da participação dos clubes brasileiros no torneio e destacou a crescente competitividade entre as potências dos diferentes continentes.
Confronto de protagonistas continentais
De um lado, o Botafogo, que vive um dos momentos mais expressivos de sua história recente com o título da Libertadores e boas campanhas nacionais. Do outro, o PSG, que busca consolidar seu projeto internacional e chega embalado por uma campanha de destaque na Champions League.
Raí, com passagem marcante tanto no futebol brasileiro quanto no europeu, reconheceu o simbolismo desse encontro:
“Ambos são protagonistas de seus continentes. O Mundial vem em um momento em que o equilíbrio entre os clubes da América do Sul, Europa e outros continentes começa a ficar mais interessante do que nunca.”
Presença brasileira de peso no Mundial
Além do Botafogo, o Mundial de Clubes de 2025 contará com outros três representantes brasileiros: Palmeiras, Flamengo e Fluminense, reforçando a força do país no cenário global. Para Raí, esse protagonismo reflete uma evolução estrutural do futebol nacional, embora o caminho ainda exija investimentos contínuos e intercâmbios estratégicos.
Com a bola prestes a rolar, o duelo entre Botafogo e PSG promete ser um dos mais aguardados da competição — um verdadeiro choque de estilos, histórias e ambições, que tem tudo para entrar para a história do torneio.