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Radamés Lattari, novo presidente da CBV, detalha planos para o ciclo olímpico até 2028 e reforça aposta em talentos da base e ações sociais

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Divulgação/CBV

Radamés Lattari, novo presidente da CBV, detalha planos para o ciclo olímpico até 2028 e reforça aposta em talentos da base e ações sociais

Eleito por unanimidade para o comando da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Radamés Lattari inicia sua gestão com metas ambiciosas para o ciclo olímpico até Los Angeles 2028. Em entrevista ao Metrópoles, o dirigente reforçou a importância de investimentos estruturais e sociais para manter o Brasil entre as potências do vôlei de praia mundial.

“Quando falamos em investimento, não se trata apenas de ações dentro da quadra. O vôlei tem que ser um instrumento de transformação social, combatendo o racismo e a discriminação, além de formar atletas de alto nível”, afirmou Lattari.

Base fortalecida e intercâmbio internacional

Segundo o presidente, o foco na formação de novos talentos é central no planejamento estratégico da entidade. A CBV mantém o treinador campeão olímpico à frente da base, promove intercâmbios internacionais e realiza campings técnicos anuais com os jovens mais promissores.

“Temos várias competições para que nossos atletas evoluam e os melhores passam por um camping conosco no início de cada temporada. O investimento na base é contínuo, e acreditamos que os resultados virão”, destacou.

Brasil no topo: desafio de manter o protagonismo

No feminino, o Brasil vive um dos melhores momentos da história recente. As atuais campeãs olímpicas Ana Patrícia e Duda seguem como referência mundial, enquanto novas duplas como Carol e Rebecca e Thamela e Victória já brilham nas primeiras etapas do Circuito Mundial de 2025.

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No masculino, Lattari reconhece que o cenário ainda está em construção, com novas duplas surgindo e disputando espaço no cenário internacional:

“Estamos em evolução. O processo de renovação é natural, e temos confiança nas duplas que estão se formando.”

Com discurso moderno e compromisso com resultados e inclusão, Radamés Lattari traça um caminho ambicioso rumo a 2028 — em busca de mais um ouro olímpico e de um vôlei de praia brasileiro cada vez mais forte e transformador.

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Centro de Referência Paralímpico de Várzea Grande abre matrículas em busca de novos talentos

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Superintendência Municipal de Esportes, divulga que já estão abertas as matrículas e rematrículas para as atividades do Centro de Referência Paralímpico no ano de 2026. As inscrições podem ser feitas no Ginásio de Esportes Júlio Domingos de Campos – Fiotão até dia 30 de janeiro, de segunda à sexta-feira das 08h às 11h e das 14h às 17h.

O Centro de Referência Paralímpico contém os seguintes esportes: paratletismo, paranatação, tênis de mesa, bocha paralímpica, parataekwondo e Parabadminton.

Conforme o superintendente de esportes, Edmilson Piranha, podem ser matriculados paratletas de 07 a 24 anos. “Todos aqui estamos empenhados para atender crianças, adolescentes no desenvolvimento do desporto paralímpico e queremos revelar mais talentos em nosso município”, disse.

Para se alistar, é preciso as seguintes documentações: RG e CPF do responsável, cartão do SUS, laudo médico atualizado, comprovante de endereço e dados escolares.

Secom/VG

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